Rio de Janeiro, 31 de Agosto de 2025

Comissões no Senado debatem segurança para as escolas públicas

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Terça, 02 de Maio de 2023 às 14:37, por: CdB

A realização do ciclo atende a um pedido do senador Fabiano Contarato (PT-ES). Ele lembra que, até um passado recente, os atentados a escolas não eram frequentes no Brasil. Mas, nos últimos anos, esse tipo de violência tem estampado as capas dos jornais, espalhando pânico entre pais, alunos e professores.


Por Redação - de Brasília

As comissões de Constituição e Justiça (CCJ), de Educação (CE), de Segurança Pública (CSP) e de Direitos Humanos (CDH) realizaram, nesta terça-feira, a primeira reunião do ciclo conjunto de audiências públicas para debater a violência nas escolas. Estiveram presentes o coordenador da Comissão de Psicologia Escolar no Conselho Federal de Psicologia (CFP), Celso Tondin; da especialista em educação e Proteção do Unicef no Brasil, Ana Carolina Fonseca; e da representante da Consultoria Vozes da Educação, Carolina Campos.

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A rede norte-americana Avaaz realizou um protesto em frente ao Parlamento brasileiro


A realização do ciclo atende a um pedido do senador Fabiano Contarato (PT-ES). Ele lembra que, até um passado recente, os atentados a escolas não eram frequentes no Brasil. Mas, nos últimos anos, esse tipo de violência tem estampado as capas dos jornais, espalhando pânico entre pais, alunos e professores, e deixado luto aos familiares das vítimas.

Liberdade


A reunião ocorria no mesmo momento em que a controversa plataforma norte-americana de mobilização da sociedade civil Avaaz promovia, nesta manhã, uma manifestação pela aprovação na Câmara do chamado PL das Fake News. A mobilização fez menção às crianças assassinadas em atentados terroristas em escolas do Brasil desde 2012. Foram espalhadas 35 mochilas vazias no gramado do Congresso Nacional, que representam 35 crianças ou jovens vítimas de ataques.

A montagem ocorreu também no dia em que a Câmara se preparava para analisar o PL das Fake News. Se for aprovado, o texto tornará crime a divulgação pelas plataformas digitais de informações falsas, discursos de ódio e incitação ao crime sob o pretexto de serem “liberdade de expressão”.

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