Rio de Janeiro, 29 de Agosto de 2025

Barroso apoia retomada de reformas econômicas contra desperdício

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Quarta, 27 de Agosto de 2025 às 22:17, por: CdB

Barroso ressaltou que, apesar de ter melhorado boa parte de seus indicadores, o país ainda apresenta crescimento econômico menor nas últimas décadas do que ao longo do século passado.

Por Redação – de Brasília

Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Luís Roberto Barroso voltou a criticar, nesta quarta-feira, a baixa qualidade dos gastos públicos e defendeu a retomada de reformas econômicas, dizendo que uma nova mudança nas regras da Previdência será necessária em breve.

Barroso apoia retomada de reformas econômicas contra desperdício | O ministro Luís Roberto Barroso preside o STF
O ministro Luís Roberto Barroso preside o STF

Barroso ressaltou que, apesar de ter melhorado boa parte de seus indicadores, o país ainda apresenta crescimento econômico menor nas últimas décadas do que ao longo do século passado. Para ele, isso exige reflexão sobre produtividade e educação, além de iniciativas em diferentes frentes.

— Tivemos diversas reformas da Previdência. Tivemos a do presidente Fernando Henrique (PSDB), tivemos a do presidente (Luiz Inácio) Lula (da Silva – PT), tivemos mais recentemente a do presidente (Jair) Bolsonaro (PL). Reformas importantes que melhoraram o quadro geral da Previdência. Daqui a pouco vamos precisar de outra — afirmou.

 

Congresso

Segundo Barroso, ”há dois fatores extremamente positivos na vida que comprometem a Previdência”.

— Primeiro, as pessoas estão vivendo mais. Segundo, as mulheres estão tendo menos filhos. Portanto, você tem mais gente recebendo por mais tempo e menos gente para pagar — observou

Barroso elogiou, por fim, a reforma trabalhista aprovada no governo de Michel Temer (MDB), correlacionando isso com dados de desemprego em mínimas históricas atualmente, e também a reforma tributária apresentada pelo governo Lula e aprovada pelo Congresso.

O presidente do STF avaliou que a reforma administrativa aprovada no governo FHC (1995-2002), por sua vez, não gerou resultados significativos na melhoria do gasto público.

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