Rio de Janeiro, 31 de Agosto de 2025

Polícia desativa fábricas clandestinas de cosméticos no Rio

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Sexta, 13 de Junho de 2025 às 10:23, por: CdB

A operação retirou de circulação duas linhas de produção em pleno funcionamento, que fabricavam e comercializavam produtos falsificados de marcas renomadas que eram distribuídas para vários estados do país.

Por Redação, com ABr e Agenda do Poder – do Rio de Janeiro

Agentes da Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Propriedade Imaterial fecharam duas fábricas clandestinas de cosméticos em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, que vendiam produtos falsificados. Mais de 20 toneladas de cosméticos  foram apreendidas na ação.

Polícia desativa fábricas clandestinas de cosméticos no Rio | Foram apreendidas 20 toneladas de produtos falsificados
Foram apreendidas 20 toneladas de produtos falsificados

A operação retirou de circulação duas linhas de produção em pleno funcionamento, que fabricavam e comercializavam produtos falsificados de marcas renomadas que eram distribuídas para vários estados do país.

As equipes encontraram grande quantidade de embalagens e rótulos, além de produtos químicos utilizados na produção das substâncias que eram posteriormente envasadas. Os dois locais foram periciados pela polícia técnica e interditados.

Em um desdobramento da ação, os agentes apreenderam um caminhão carregado de cosméticos falsificados que seriam revendidos por meio de plataformas online.

Lojas de automóveis

Agentes da 24ª DP (Piedade) interditaram, na quinta-feira, três lojas de automóveis suspeitas de fraudes na venda de veículos. O caso aconteceu na Avenida Dom Hélder Câmara, na Zona Norte do Rio. Ao todo, 15 carros foram apreendidos. Uma pessoa foi presa em flagrante.

Horas após a operação, os agentes retornaram a um dos estabelecimentos e flagraram o responsável pelas lojas tentando retirar os automóveis do local, descumprindo a ordem judicial. Ele foi preso e autuado por receptação qualificada. Para retirar os veículos, o homem havia contratado motoboys e um reboque.

Os policiais identificaram que ao menos um dos carros era alvo de apropriação indébita. O veículo havia sido deixado em outro ponto de venda, em setembro de 2024, e era negociado de forma irregular na loja interditada.

Golpe

De acordo com a investigação, os estabelecimentos funcionavam como fachada para aplicar golpes. Vítimas relataram que, após negociações, não recebiam o carro ou o valor referente à venda em consignação. Os criminosos usavam plataformas digitais para anunciar os veículos e atrair interessados.

Na ação, foram apreendidos contratos, documentos veiculares e chaves dos automóveis. Os carros recuperados serão devolvidos aos donos mediante apresentação de documentação.

Mais de 15 inquéritos já foram instaurados com registros de vítimas do mesmo esquema. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 320 mil em contas e ativos dos investigados, além da restrição de bens móveis e imóveis.

Segundo a Polícia Civil, o homem e uma mulher com antecedentes criminais são apontados como líderes da fraude. Funcionários das lojas foram levados à delegacia para depor, e as investigações continuam para localizar a mulher e identificar outras vítimas.

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