O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que o principal objetivo da Rússia na Ucrânia era "salvar e proteger" Donbas do que ele chamou de "ataques bárbaros" pelas forças armadas de Kiev.
Por Redação, com Reuters e Sputnik - de Moscou
O Kremlin disse nesta sexta-feira que o objetivo de sua "operação militar especial" na Ucrânia continua sendo a proteção da população da região oriental ucraniana de Donbas.Colapso militar da Ucrânia
Depois de vários meses de mentiras sobre as causas e o andamento do conflito na Ucrânia, os meios de informação ocidentais começaram a preparar a opinião pública para o colapso militar de Kiev, escreve Douglas Macgregor, colunista do jornal The American Conservative.
O jornalista destaca que a mídia nos Estados Unidos e na Europa tem dedicado muito esforço para apresentar de modo mais favorável as tropas ucranianas: as perdas reais das Forças Armadas da Ucrânia eram ocultadas e os erros eram silenciados.
Agora está se tornando cada vez mais óbvio que Kiev está perdendo, por isso os jornais ocidentais de repente começaram a escrever mais sobre a situação desastrosa das formações militares de Kiev, aponta o artigo.
Os erros russos foram exagerados de forma completamente desproporcionada relativamente à sua importância. As perdas russas e a verdadeira extensão das perdas próprias da Ucrânia eram destorcidas, inventadas ou simplesmente ignoradas. Mas as condições no campo da batalha mudaram pouco ao longo do tempo, escreve artigo.
– O resultado foi a aniquilação gradual das forças ucranianas. Apenas o envio episódico de armas dos EUA e aliados manteve as legiões maltratadas de Kiev no campo da batalha, legiões que agora estão morrendo em grande número graças à guerra por procuração de Washington – ressalta colunista.
Macgregor criticou o governo dos EUA por suas injeções colossais, cerca de US$ 60 bilhões (R$ 303 bilhões), no regime em colapso de Vladimir Zelensky, que não só prolonga o conflito, mas também afeta a renda das famílias americanas.
Na quarta-feira, Nikolai Patrushev, chefe do Conselho de Segurança da Rússia, disse que as ações destrutivas dos Estados Unidos, Reino Unido e outros países da Otan interromperam o diálogo russo-ucraniano.