Rio de Janeiro, 31 de Agosto de 2025

Lula valoriza o ministro Dino e despedida será no 8 de Janeiro

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Quarta, 20 de Dezembro de 2023 às 20:10, por: CdB

Na reunião ministerial desta quarta-feira, Lula dirigiu algumas palavras ao público e continuou o encontro a portas fechadas porque, conforme afirmou, alguns ministros fariam apresentações sobre temas sensíveis, entre eles, o homenageado ministro Flávio Dino, escolhido pelo presidente para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).


Por Redação - de Brasília

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer manter o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, até a data do ataque mais infame já levantado contra a democracia brasileira, nas últimas décadas. Lula pediu que Dino permaneça na pasta ao menos até 8 de janeiro – para em seguida deixar o cargo e assumir a vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), a partir de fevereiro.

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Lula e Dino se cumprimentam, em uma parceria que levou o ex-governador do Maranhão ao STF


Na reunião ministerial desta quarta-feira, Lula dirigiu algumas palavras ao público e continuou o encontro a portas fechadas porque, conforme afirmou, alguns ministros fariam apresentações sobre temas sensíveis, entre eles, o homenageado ministro Flávio Dino, escolhido pelo presidente para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). O Senado já aprovou seu nome. A posse foi marcada para 22 de fevereiro.

— Segundo a extrema-direita, foi o primeiro comunista a assumir a Suprema Corte. E eu espero que seja um comunista do bem, que tenha amor, carinho e, sobretudo, que seja justo. Porque ali não pode prevalecer apenas a visão ideológica, ali, meu caro Flávio Dino, com tua competência, só tem uma coisa que você não pode trair é o teu compromisso com o povo brasileiro e o compromisso com a verdade — disse Lula, de bom humor.

 

Ato conjunto


Lula insistiu para que o ministro da Justiça fique no governo até 8 de janeiro, para participar do ato em Brasília para lembrar os ataques golpistas, quando vândalos bolsonaristas quebraram o Palácio do Planalto, STF e o Congresso.

— Nós estamos tentando convocar um ato que vai ser convocado por mim, pelo presidente da Suprema Corte, pelo presidente do Senado e pelo presidente da Câmara — concluiu o presidente.

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