Rio de Janeiro, 30 de Agosto de 2025

Hoffmann critica uso de símbolos nacionais em atos contra democracia

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Segunda, 04 de Agosto de 2025 às 19:53, por: CdB

A declaração foi publicada após os protestos pró-Bolsonaro que ocorreram em 62 cidades do país, com pautas que incluíram críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), defesa de anistia para os réus do 8 de janeiro e ataques ao ministro Alexandre de Moraes.

Por Redação – de Brasília

Ministra das Relações Institucionais, a deputada licenciada Gleisi Hoffmann (PT-PR) criticou duramente, em publicação nas redes sociais, os atos organizados por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no domingo. Os manifestantes, disse Hoffmann, usaram de forma indevida símbolos nacionais em defesa de figuras que considera responsáveis por ataques à democracia brasileira.

Hoffmann critica uso de símbolos nacionais em atos contra democracia | A ministra Gleisi Hoffmann opina sobre possível prisão de Bolsonaro (PL)
A ministra Gleisi Hoffmann opina sobre possível prisão de Bolsonaro (PL)

A declaração foi publicada após os protestos pró-Bolsonaro que ocorreram em 62 cidades do país, com pautas que incluíram críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), defesa de anistia para os réus do 8 de janeiro e ataques ao ministro Alexandre de Moraes.

“Chega a ser um escárnio levar bandeiras do Brasil para os atos de apoio aos traidores da pátria. Uma ofensa ao símbolo do país, que está sendo chantageado pelo tarifaço de Bolsonaro e pelos ataques de Trump ao Judiciário e à soberania nacional. Nunca foram patriotas, e isso está cada vez mais claro”, escreveu a ministra.

Eixão Sul

As manifestações foram organizadas por parlamentares e apoiadores do ex-presidente. Bolsonaro, proibido pela Justiça de sair de casa nos fins de semana e monitorado por tornozeleira eletrônica, não compareceu presencialmente, mas participou por videochamadas.

No Distrito Federal, acompanhou a manifestação por meio de uma assessora. Em outros Estados, foi representado por familiares: no Rio de Janeiro, pelo filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ); em Belém, pela mulher, Michelle Bolsonaro.

Os atos incluíram pedidos de anistia não apenas a Bolsonaro, mas também aos demais réus e condenados pelos ataques do 8 de Janeiro.

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