Rio de Janeiro, 30 de Agosto de 2025

Equipe econômica aposta em elevação do PIB nacional

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Sexta, 11 de Julho de 2025 às 19:14, por: CdB

Vale lembrar que o boletim divulgado não reflete os indicadores desta semana. Ou seja, um possível impacto da taxação imposta aos produtos brasileiros pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não estão refletidos no parâmetro.

Por Redação – de Brasília

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda elevou para 2,5% a previsão de alta do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025. As informações constam no Boletim Macrofiscal, divulgado nesta sexta-feira. O último relatório previa uma alta de 2,4%.

Equipe econômica aposta em elevação do PIB nacional | A atividade econômica deve ser afetada pelas tarifas norte-americanas
A atividade econômica deve ser afetada pelas tarifas norte-americanas

Vale lembrar que o boletim divulgado não reflete os indicadores desta semana. Ou seja, um possível impacto da taxação imposta aos produtos brasileiros pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não estão refletidos no parâmetro.

De acordo com o governo, a mudança na taxa ocorre principalmente por conta dos baixos índices de desemprego no último trimestre. Com isso, a expectativa é um aumento no consumo das famílias, apesar da política monetária restritiva.

 

Produção

Além disso, o crescimento esperado para a agropecuária foi revisado para cima, motivado pela alta nas estimativas do IBGE para a produção de milho, café, algodão e arroz para 2025.

Para 2026, a previsão de crescimento recuou de 2,5% para 2,4%, permanecendo em torno de 2,6% para os anos seguintes.

“A leve revisão para baixo no crescimento esperado para 2026 repercutiu a previsão de maior expansão do PIB em 2025, além da elevação na expectativa mediana de taxa de juros básica terminal até o fim deste ano. Nos anos seguintes, o crescimento esperado é de cerca de 2,6%, próximo ao potencial”, diz o boletim.

Para a inflação, o Ministério da Fazenda revisou a projeção de 5% para 4,9% em 2025. Segundo a pasta, a mudança se justifica pela inflação abaixo do esperado nos meses de maio e junho. Somam-se a isso as revisões em face da menor cotação projetada para o real frente ao dólar.

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