Rio de Janeiro, 31 de Agosto de 2025

Campanha deve se concentrar na crise do país, afirma Guilherme Boulos

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Quarta, 22 de Junho de 2022 às 13:40, por: CdB

O líder popular Guilherme Boulos esteve em Porto Alegre, recentemente, para a inauguração do novo espaço da ‘Cozinha Solidária’, na capital gaúcha, uma das 31 que o MTST mantém no país. A cozinha distribui refeições gratuitas à população carente, sem a necessidade do apoio de instituições públicas ou verbas de governo.

Por Redação, com BdF - de Porto Alegre
"A partir de janeiro tem que ter subsídio público pra montar cozinha solidária no país inteiro”, afirma o coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos. Em entrevista ao site de notícias Brasil de Fato (BdF), na capital gaúcha, e destacou os desafios da esquerda para a campanha eleitoral que se avizinha.
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Boulos trabalha pela formação imediata de uma frente contra o fascismo, no Brasil e na América Latina
— A esquerda precisa trazer o tema econômico. E o da fome naturalmente que é o mais gritante — afirmou. Boulos esteve em Porto Alegre no último dia 15 para a inauguração do novo espaço da ‘Cozinha Solidária’ da capital gaúcha, uma das 31 que o MTST mantém no país. A cozinha distribui refeições gratuitas à população carente. Plataforma É um projeto tocado em forma de mutirão, sem dinheiro público, em 14 Estados do Brasil. Boulos também lançou na UFRGS o livro ‘Sem Medo do Futuro’. — Temos hoje 31 cozinhas solidárias no país, organizadas pelo MTST. Uma iniciativa que é muito bonita porque é coletiva, feita a muitas mãos. Desde os voluntários e voluntárias que ajudaram a pintar esse espaço em mutirão, desde as voluntárias e voluntários que estão lá dentro cozinhando a comida que o pessoal vai almoçar, até as milhares de pessoas que doaram na plataforma Apoia-se e permitiram que essas cozinhas estivessem de pé no Brasil todo. Não tem um real de dinheiro público nessas cozinhas — disse o líder popular. Para Boulos, o esforço para a reconstrução do Brasil a partir de 2023 envolve a retomada do investimento público, um programa amplo de combate à fome e o resgate das políticas públicas.
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