A unificação marca uma tentativa de reagrupar o que restou do PSDB após anos de perda de força política e derrotas eleitorais. A nova sigla, que provisoriamente está sendo chamada de “PSDB+Podemos”, ainda precisará da aprovação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Por Redação – de Brasília
A executiva nacional do PSDB aprovou nesta terça-feira, por unanimidade, a convocação de uma convenção nacional para confirmar a fusão do partido com o Podemos. O encontro está previsto para ocorrer em junho, quando a proposta será submetida ao órgão máximo da legenda.

A unificação marca uma tentativa de reagrupar o que restou do PSDB após anos de perda de força política e derrotas eleitorais. A nova sigla, que provisoriamente está sendo chamada de “PSDB+Podemos”, ainda precisará da aprovação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A convenção tucana reunirá membros do diretório nacional, delegados estaduais e parlamentares do Congresso para votar a união. O Podemos também deverá realizar sua convenção no mesmo período, consolidando a criação do novo partido, no campo da direita.
Ultradireita
No campo mais extremista, com inclinação ao fascismo, a federação partidária que está sendo formada entre o União Brasil (UB) e o Progressistas (PP) tende, no entanto, a apoiar a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2026. A avaliação é do ministro do Turismo, Celso Sabino (UB-PA).
— Nós acreditamos que, até o momento de tomar a decisão oficialmente, nós vamos estar alinhados em todas as alas da federação para apoiar o presidente Lula — previu Sabino, em entrevista à mídia conservadora, nesta terça-feira.
Além de Sabino, na pasta do Turismo, o UB também comanda o Ministério das Comunicações, com Frederico de Siqueira Filho; além da Integração Nacional, com Waldez Góes, indicados pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (UB-AP). Já o PP indicou André Fufuca (MA) para o Ministério do Esporte.