Rio de Janeiro, 30 de Agosto de 2025

Marcelo Fronckowiak é bronze no Grand Prix da Áustria de judô

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Terça, 11 de Março de 2025 às 12:40, por: CdB

A estreia de Marcelo foi contra o belga Jarne Duyck, a quem derrotou por yuko. Nas oitavas de final o brasileiro superou o israelense Roy Sivan com dois waza-ari.

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro

O brasileiro Marcelo Fronckowiak conquistou, no último domingo, uma medalha de bronze no peso médio (90kg) do Grand Prix da Áustria de judô após derrotar o austríaco Thomas Scharfetter por ippon.

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Brasileiro garante medalha após vencer austríaco Thomas Scharfetter

A estreia de Marcelo foi contra o belga Jarne Duyck, a quem derrotou por yuko. Nas oitavas de final o brasileiro superou o israelense Roy Sivan com dois waza-ari, enquanto nas quartas venceu o eslovaco Peter Zilka com um waza-ari.

O único revés do lutador do Brasil na competição veio nas semifinais, contra o georgiano Giorgi Jabniashvili, que terminou a competição como campeão da categoria.

A medalha de Marcelo foi a terceira do Brasil no Grand Prix da Áustria, pois na última sexta-feira Ronald Lima conquistou o ouro na categoria meio-leve (66kg) e Michel Augusto ficou com o bronze no ligeiro (60kg).

Caio Bonfim conquista Copa Brasil pela 14ª vez

Caio Bonfim deu mais uma prova de que é o grande nome do Brasil na marcha atlética, pois conquistou, no último domingo na Universidade de São Paulo (USP), a prova de 20 quilômetros da Copa Brasil da modalidade pela 14ª vez na história com o tempo de 1h21min48.

Depois do brasiliense de 33 anos de idade ficaram Max Batista, prata com o tempo de 1h26min50, e Lucas Mazzo, bronze com 1h33min20.

– Eu gostei do resultado. Queria ter batido a marca do ano passado [1h21min26], mas foi um ritmo muito bom. Claro, no ano passado não tinha esse cansaço, mas as pernas estão muito boas. Só faltou aquela perninha que tem quando você está totalmente descansado e, no final, dá uma apertadinha, uma crescida – declarou Caio Bonfim.

Esta conquista serve como combustível para a preparação do brasiliense para o seu principal desafio no ano de 2025, o Mundial do Japão, que será disputado em Tóquio em setembro e para o qual ele já tem índice para as provas de 20 quilômetros e 35 quilômetros.

– Gostamos de começar a temporada na Copa Brasil, mas esse ano foi um pouquinho diferente, porque era grande a vontade de fazer a prova do Japão, uma prova de 108 anos de onde sempre sai o primeiro do ranking. Eu queria estar lá e ver o que poderia sair. E aí saiu o recorde mundial [1h16min10, do japonês Toshikazu Yamanishi] e o meu recorde brasileiro. Gostei muito desse início de ano, mas agora é virar a chavinha, descansar um pouquinho e voltar a treinar – concluiu.

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