Rio de Janeiro, 30 de Agosto de 2025

Julgamento de Netanyahu por corrupção volta em novembro

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Terça, 12 de Agosto de 2025 às 11:40, por: CdB

No mês passado, o tribunal cancelou várias audiências de Netanyahu depois de o advogado do primeiro-ministro ter alegado problemas de saúde.

Por Redação, com Lusa – de Jerusalém

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, terá de comparecer três vezes por semana, a partir de novembro, no julgamento por suposta fraude e corrupção. O anúncio desta terça-feira é do tribunal, que quer avançar com o processo após vários cancelamentos.

Julgamento de Netanyahu por corrupção volta em novembro | O israelense também é acusado de suborno, fraude e abuso de confiança
O israelense também é acusado de suborno, fraude e abuso de confiança

Um porta-voz judicial de Israel disse à agência espanhola de notícias EFE que a decisão dos juízes indica que a partir de 2 de novembro o julgamento será retomado em sessões marcadas, todas as semanas, de domingo a quarta-feira.

Acusado de suborno, fraude e abuso de confiança, Netanyahu será ouvido pelo tribunal nesses três desses dias.

No mês passado, o tribunal cancelou várias audiências de Netanyahu depois de o advogado do primeiro-ministro ter alegado problemas de saúde.

Os adiamentos também foram justificados pelos bombardeios israelenses contra a Síria, em julho, após confrontos entre as populações beduína e drusa na cidade síria de As-Suwayda.

Estados Unidos

No final de junho, os juízes suspenderam as sessões alegando preocupações diplomáticas e por motivos relacionados à “segurança nacional”, e depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter pedido a suspensão das audiências.

À época, Trump usou as redes sociais para classificar o processo judicial contra Netanyahu –iniciado em 2020 – como uma “caça às bruxas”.

Benjamin Netanyahu é o primeiro chefe de governo da história do Estado de Israel a ser processado no pleno exercício do cargo.

O tema central dos três casos é a forma como Netanyahu fomentou relações, para benefício pessoal e político, com magnatas que tinham influência sobre os principais meios de comunicação social.

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