Os data centers estão cada vez mais expostos a falhas devido a temperaturas extremas. Esse estresse térmico resulta em mais interrupções.
Por Redação, com Europa Press – de Madri
As ondas de calor representam uma ameaça direta à infraestrutura digital de muitas empresas, como os data centers, tornando necessário um sistema de controle que integre dados térmicos, energéticos e operacionais em tempo real para evitar falhas antes que elas ocorram.

Os data centers estão cada vez mais expostos a falhas devido a temperaturas extremas. Esse estresse térmico resulta em mais interrupções, menor eficiência operacional e maior risco para a continuidade dos serviços digitais essenciais.
Apesar disso, muitas organizações continuam a confiar em modelos reativos, conforme observado pelo fornecedor de soluções integradas de software de gerenciamento de infraestrutura de TI FNT Software, que admite que o segredo não é aumentar a capacidade de resfriamento, mas implementar plataformas de gerenciamento de infraestrutura de data center (DCIM).
“O calor não é mais uma anomalia sazonal; ele se tornou um fator estrutural que afeta diretamente a resiliência digital. Nesse contexto, as decisões não podem ser baseadas em suposições, mas em dados precisos e em tempo real”, disse a FNT Software em um comunicado à imprensa.
Como eles explicam, uma abordagem baseada em DCIM permite visualizar o uso real de energia por rack ou servidor e analisar padrões históricos para prever possíveis picos térmicos. Ao fornecer monitoramento contínuo, ela ajuda a identificar pontos críticos antes que eles se tornem falhas operacionais.
Temperatura de entrada no equipamento
Ele também fornece leituras precisas da temperatura de entrada no equipamento, mais confiáveis do que os sensores ambientais, permitindo a tomada de medidas mais precisas. Além disso, analisa o desempenho de sistemas como chillers, fornecendo alertas sobre ineficiências e visibilidade do fluxo de ar.
Uma plataforma DCIM centraliza o gerenciamento automatizando alertas, simulando cenários extremos e coordenando equipamentos a partir de uma única plataforma, além de ajudar a reduzir o consumo desnecessário, otimizando os recursos e alinhando as operações aos objetivos ambientais, sociais, de governança corporativa e de eficiência energética.