O tribunal de apelação confirmou que os bianconeri inflaram sistematicamente as taxas de transações para aumentar seus ganhos de capital, com o objetivo de equilibrar as contas e montar uma equipe sólida para disputar a temporada.
Por Redação, com ANSA - de Roma
O Colégio de Garantia do Comitê Olímpico Nacional Italiano (Coni) informou que os dirigentes da Juventus tiveram "comportamentos incorretos sistemáticos e repetidos" no processo conhecido como "plusvalenze".

Na análise da corte, as ações da diretoria bianconera foram "o resultado de um plano para alterar as operações de transferência e seus valores relativos", o que produziu "efeitos claros nos balanços" da Velha Senhora.
O tribunal de apelação confirmou que os bianconeri inflaram sistematicamente as taxas de transações para aumentar seus ganhos de capital, com o objetivo de equilibrar as contas e montar uma equipe sólida para disputar a temporada.
As acusações de mascarar as quantias gastas com contratações e salários forçaram a renúncia de toda a diretoria da Juventus, incluindo o presidente Andrea Agnelli.
No mês passado, o Coni acolheu um recurso da Juve contra a perda de 15 pontos na Série A e suspendeu a sentença de forma temporária. O tribunal de apelação da Federação Italiana de Futebol (Figc) vai revisar a pena.
Pai de Messi desmente acerto com Al Hilal
O pai e agente do craque Lionel Messi, Jorge Messi, desmentiu nesta terça-feira as notícias que davam como certa a ida do argentino para o Al Hilal, da Arábia Saudita.
Citando uma fonte do país da península arábica, à agência francesa de notícias AFP afirmou que o negócio estava praticamente fechado. Ela revelou que o astro do PSG teria um "contrato excepcional e enorme".
– Não há absolutamente nada com nenhum clube.
Vamos decidir somente no fim da temporada, quando será o momento de analisar as propostas e tomar uma decisão. Nada está assinado ou acordado, são apenas fake news usando o nome de Messi", escreveu o pai do atleta.
Messi, campeão da Copa do Mundo de 2022 pela Argentina, tem contrato com o PSG até 30 de junho e, segundo a imprensa internacional, não deverá permanecer na capital francesa.
O Al Hilal, um dos times mais vitoriosos do futebol asiático, vinha sendo especulado há meses como próximo destino de Messi. O objetivo da equipe é dar uma resposta ao rival Al Nassr, que contratou Cristiano Ronaldo.
Aos 35 anos, o ídolo argentino é embaixador do turismo da Arábia Saudita, tanto que o cargo gerou polêmica. O atacante viajou para a nação sem autorização do PSG e foi suspenso pelo time francês, tendo até sido alvo de protestos de torcedores organizados.