Prova de 21 km entre Niterói e Rio retorna após 12 anos e provoca bloqueios parciais no fim de semana.
Por Redação, com Agenda do Poder – do Rio de Janeiro
O tradicional Desafio da Ponte, que volta ao calendário esportivo após 12 anos, vai impactar o trânsito na Ponte Rio-Niterói neste fim de semana. A meia maratona de 21 km, que liga Niterói à Praça Mauá, no Rio de Janeiro, acontece na manhã desta domingo, com interdições programadas a partir da noite de sábado.

Interdições no trânsito
Segundo a concessionária que administra a ponte, os bloqueios visam garantir a segurança dos atletas e minimizar impactos ao tráfego:
Sábado (2 de agosto):
A partir das 22h, duas faixas serão interditadas: uma no sentido Rio-Niterói e outra no sentido Niterói-Rio.
Domingo (3 de agosto):
A partir das 5h, haverá mais uma faixa interditada em cada sentido.
No sentido Rio-Niterói, essa nova interdição será válida apenas entre o Mocanguê e a Praça de Pedágio.
A previsão é de liberação total do trânsito às 12h.
Percurso da prova
A largada será no Caminho Niemeyer, em Niterói, e a chegada na Praça Mauá, no Centro do Rio. A travessia percorre toda a extensão da Ponte Rio-Niterói, considerada a maior do hemisfério sul.
O evento é considerado uma das corridas mais simbólicas do Brasil, tanto pela paisagem quanto pela estrutura necessária para realizá-lo, passando por um dos principais eixos viários do país.
Transporte de atletas
Atletas oficialmente inscritos e portando a pulseira entregue no kit da prova terão acesso gratuito às barcas, tanto na ida para Niterói quanto na volta ao Rio.
As barcas especiais partem da Praça XV, de acordo com o horário de largada de cada atleta:
4h40, 4h50, 5h10, 5h30 e 5h50.
Não será permitida a presença de acompanhantes, exceto para atletas PCDs.
Não haverá venda de passagens nesses horários especiais.
No retorno, os atletas podem utilizar a grade regular das barcas para voltar a Niterói.
A organização orienta os participantes a se programarem com antecedência e respeitarem os horários definidos, tanto para evitar aglomerações quanto para garantir o acesso ao transporte especial.