Rio de Janeiro, 31 de Agosto de 2025

Centrais pedem que Doria garanta suspensão da reintegração no Sindicato dos Metroviários

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Segunda, 09 de Agosto de 2021 às 11:02, por: CdB

Presidentes de seis centrais sindicais encaminharam mensagem ao governador paulista, João Doria (PSDB), para que ele garanta a suspensão da reintegração de posse do terreno onde está instalado o Sindicato dos Metroviários. A área foi leiloada há quase dois meses, mas na semana passada o sindicato informou ter obtido prazo de 90 dias para tentar uma solução negociada.

Por Redação, com RBA - de São Paulo

Presidentes de seis centrais sindicais encaminharam mensagem ao governador paulista, João Doria (PSDB), para que ele garanta a suspensão da reintegração de posse do terreno onde está instalado o Sindicato dos Metroviários. A área foi leiloada há quase dois meses, mas na semana passada o sindicato informou ter obtido prazo de 90 dias para tentar uma solução negociada.
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Sindicalistas continuam resistindo à tentativa do governo estadual de tirá-los da sede da entidade, no bairro do Tatuapé
Segundo a mensagem dos sindicalistas a Doria, em reunião com as centrais na última quinta-feira, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, “o governador assumiu compromisso e determinou a suspensão da reintegração de posse da sede do Sindicato dos Metroviários por 90 (noventa) dias, período em que se buscará uma solução negociada entre a instituição sindical e a direção do Metrô”. Apesar disso, no dia seguinte foi expedido o pedido de reintegração, que não foi retirado pelo secretário dos Transportes Metropolitanos ou pela direção da empresa.

Direção do Metrô

Por isso, os dirigentes solicitaram ao governador para que tanto o secretário Alexandre Bady como a direção do Metrô “cumpram imediatamente a determinação do governo que suspendeu a reintegração de posse da sede”. E acrescentam que “é extremamente prejudicial que, sob qualquer pretexto”, essa decisão não esteja sendo cumprida. O sindicato está instalado na rua Serra do Japi, no Tatuapé, zona leste. A carta para Doria é assinada por Adilson Araújo (CTB), Sérgio Nobre (CUT), Miguel Torres (Força Sindical), Ricardo Patah (UGT), José Reginaldo Inácio (Nova Central) e Antonio Neto (CSB).
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