O advogado disse também a jornalistas, neste sábado, que não abrigou Queiroz por 1 ano, embora não tenha conseguido explicar a presença do ex-assessor na casa onde foi encontrado e promovia churrascos, entre outras atividades.
Por Redação - de Brasília
Dono do sítio em Atibaia (SP) onde foi preso Fabrício Queiroz, ex-assessor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e seu primogênito, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), o advogado Frederick Wassef teve 48 horas para estruturar um pronunciamento à opinião pública quanto à sua participação no escândalo que ameaça os mandatos de seus principais clientes. Neste sábado, Wassef negou que tenha trocado mensagens com Queiroz disse, ainda, que não é o "Anjo" citado na investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro.
O advogado disse também a jornalistas, neste sábado, que não abrigou Queiroz por 1 ano, embora não tenha conseguido explicar a presença do ex-assessor na casa onde foi encontrado e promovia churrascos, entre outras atividades. Diante da declaração pública, a polícia vai apurar a veracidade dos argumentos, com o acompanhamento da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), segundo apurou a reportagem do Correio do Brasil.
Wassef também negou que tenha mantido contatos com a família do ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro.
— Não escondi ninguém — desconversou.
Malote
Segundo Wassef, ele seria vítima de “uma armação” para incriminar o presidente Jair Bolsonaro, de quem se considera amigo. O advogado foi constituído pelo senador Flávio Bolsonaro, no caso das ‘rachadinhas’, e também atua como advogado informal de Jair Bolsonaro.
Ainda segundo o advogado, o escritório dele estava em obras e, nas palavras dele, plantaram um malote lá.
— Estão me atribuindo coisas que não fiz — resumiu, sem explicar a que malote especificamente se referia.